R$ 936,1 mi em nove anos, a maior área do orçamento. A primeira pergunta útil não é “quanto”, é em quê, porque salário, compra e obra se fiscalizam de jeitos diferentes.
Dentro desse total está o repasse à FUNSAU, a fundação municipal que opera o hospital e parte da rede. O que ela faz com esse dinheiro depois não aparece neste portal, então a trilha para ali. A página Para onde vai mostra o tamanho desse repasse.
Não é escolha do prefeito da vez. A Constituição obriga o município a aplicar no mínimo 15% da receita de impostos em saúde e 25% em educação. Somadas, as duas ficam com dois terços do orçamento em qualquer gestão. É por isso que a divisão muda tão pouco de um mandato para outro.
Quem a saúde contrata
O que a saúde compra
Os itens mais caros, pelo valor de empenho rateado entre os itens de cada documento:
- Reforma e ampliação do hospital regional: R$ 4,3 mi
- Serviços de administração e gerenciamento de despesas peças: R$ 4,1 mi
- Transporte de passageiros interestaduais (destinos variados…: R$ 4,0 mi
- Gasolina comum: R$ 3,7 mi
- Construção de unidade básica de saúde (novo pac). tabela…: R$ 2,1 mi
- Contratação de empresa especializada para execução de obra…: R$ 1,7 mi
- Execução da obra de entrada energia hospital regional: R$ 1,4 mi
- Gasolina comum derivado do petroleo: R$ 1,4 mi
Chama atenção o peso do transporte de pacientes para fora do município, entre passagens e fretamento de ônibus. É o retrato de uma cidade que resolve parte da própria saúde em outro lugar.